“Mudança de Hábito” chega ao Brasil, pela primeira vez, no Teatro Renault, em março de 2015

Uma diva disco se refugia dentro de um convento ao testemunhar um assassinato. Esse é o inusitado ponto de partida para “Mudança de Hábito”, filme estrelado por Whoopi Goldberg, consagrado como uma das comédias mais reconhecidas do seu tempo. Na trilha desse sucesso, invadiu os palcos e ganhou superprodução musical em 2009, reconhecida pelo público e pela crítica. Hoje já soma apresentações em 11 países, incluindo os Estados Unidos, na Broadway, e Inglaterra, no West End. Depois de ser assistido por mais de cinco milhões de espectadores no mundo, a montagem original – com letras em português e elenco brasileiro – desembarca pela primeira vez no Brasil, com estreia marcada para 05 de março de 2015, no Teatro Renault, em São Paulo.

No país, a comédia musical será apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, com patrocínio da Cielo e EMS, e apoio da Raízen e Renner, numa parceria de Whoopi Goldberg e Stage Entertainment com a TIME FOR FUN. Bradesco Cartões é o meio de pagamento preferencial e seus clientes terão pré-venda entre 10 e 30 de novembro, com benefício exclusivo de 20% de desconto e parcelamento em 3x. A partir de 01º de dezembro começam as vendas para o público em geral. Ingressos estarão disponíveis na bilheteria do Teatro Renault, pela internet (www.ticketsforfun.com.br) e pontos de venda espalhados pelo país.

O espetáculo – indicado a diversos prêmios, incluindo cinco Tony Awards, ganhou quatro Audiences, na Alemanha, além da escolha da audiência na premiação do Broadway.com, como Musical Favorito. Durante a turnê londrino musical quebrou recorde de vendas como maior bilheteria em uma semana.

Na versão dos palcos, “Mudança de Hábito” apresenta uma trilha sonora marcante inspirada nos estilos musicais da Motown (soul e funk), passando por influências de Barry White, até grandes temas da disco music. A trilha sonora original tem músicas do vencedor do Oscar, Grammy e Globo de Ouro, o compositor Alan Menken (A Pequena Sereia, Pocahontas, A Bela e a Fera, Enrolados, entre outros), letras do indicado ao Oscar e ao Tony Awards, Glenn Slater (A Pequena Sereia), e texto dos vencedores do Emmy Awards, Cheri e Bill Steinkellner (do seriado Cheers). A direção ficou por conta do experiente Jerry Zaks, que acumula quatro Tony Awards em sua carreira e dirigiu recentemente “A Família Addams”, na Broadway e no Brasil.

Outros grandes nomes da cena musical foram incluídos no projeto. Entre eles Douglas Carter (texto adicional), Anthony Van Laast (coreógrafo), Klara Zieglerova (cenário), Lez Brotherston (figurino), Natasha Katz (iluminação), Peter McBoyle (som), Michael Kosarin (supervisor musical), Chris Babbage (diretor musical), Doug Besterman (orquestrador) e Mark Hummel (arranjador de dance music).

“No filme, são cantados os grandes hits da Motow. No musical, Alan Menken compôs uma nova fantástica trilha sonora. Ele foi capaz de captar toda a essência”, diz Whoopi sobre esse trabalho de criação musical.

A versão brasileira, que terá elenco divulgado em breve, é de Bianca Tadini e Luciano Andrey, com direção residente de Fernanda Chamma e direção musical residente de Vânia Pajares. “Nós brasileiros temos uma memória afetiva muito forte e carinhosa com o filme, que ficou eternizado pela espetacular Whoopi Goldberg. Tenho certeza que a superprodução para os palcos, magnífica em termos de figurinos e cenários, tem tudo para repetir o sucesso do filme e fazer o público se divertir no Teatro Renault”, comenta Stephanie Mayorkis, Diretora de Conteúdo da T4F.

Sinopse – Deloris testemunha um assassinato e se refugia no único lugar onde ninguém sonharia em encontrá-la… Num convento! Vestir-se de freira é a mesma coisa que discordar de seu estilo de vida. Porém, agora ela terá que seguir uma disciplina rígida imposta pela Madre Superiora. Usando suas habilidades musicais e sua voz poderosa para inspirar o coro do convento, Deloris acaba por trazer um pouco de ar fresco à igreja da comunidade. Entretanto, ao fazê-lo, tem seu disfarce descoberto.

“MUDANÇA DE HÁBITO”

Local: Teatro Renault – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista, São Paulo – SP

Sessões: Quintas e Sextas, às 21h, Sábados, às 17h e 21h, e Domingos, às 16h e 20h.

Capacidade: 1.530 lugares.
Assentos: O teatro conta com 16 assentos para deficientes físicos e 11 para pessoas obesas.
Classificação etária indicativa: Livre. Menores de 12 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais).

Estacionamento: O teatro não possui estacionamento próprio.
Ingressos: De R$ 25,00 a R$ 260,00.

Um Réquiem Para Antônio, direção de Gabriel Villela, estreia dia 17/01

amadeus-1984-21-g

Antonio Salieri (F. Murray Abrham) em Amadeus, no cinema.

Gabriel Villela estreia em janeiro novo espetáculo, “Um Réquiem Para Antonio”, inspirado na lendária inveja de Antônio Salieri por Wolfgang Amadeus Mozart. Texto inédito de Dib Carneiro Neto tem direção de Gabriel Villela, com Elias Andreato (no papel de Salieri) e Claudio Fontana (no papel de Mozart). Completam o elenco Nábia Vilela e Mariana Elisabetsky. O pianista Fernando Esteves também está em cena.

No ano em que completa 25 anos de trajetória artística, Gabriel Villela lança novo trabalho, “Um Réquiem Para Antônio”. A estreia acontece dia 17 de janeiro, sexta-feira, no Teatro Tucarena. A ideia de fazer um espetáculo sobre a inveja do compositor italiano Antônio Salieri (1750 – 1825) pela vida e da obra do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791) foi do ator Elias Andreato, que sugeriu o tema para Dib Carneiro Neto escrever uma peça em que ele e Claudio Fontana atuassem juntos. Dib e Claudio se envolveram com a proposta e um ano e meio depois a peça estreia regida pelas mãos do encenador Gabriel Villela. “Aqui temos uma reunião de artistas que se admiram e se complementam” comenta o produtor e ator Claudio Fontana.

No texto de Dib, Salieri, trancafiado em seu quarto, de forma delirante, acerta contas, no leito de morte, com aquele que, morto 34 anos antes dele e precocemente (perto de completar 35 anos de vida), foi alvo de muita inveja: Mozart.

Diz a lenda do mundo da música clássica, reforçada pela ficção, que Salieri enlouqueceu perseguindo Mozart no período em que conviveram na Áustria, tentando destruí-lo e procurando impedir sua criação, pois queria ser ele a personalidade musical mais notória de seu tempo, com vistas a deixar uma obra eterna, a ser cultuada por todas as gerações futuras. Não conseguiu. Mozart fracassou na vida, mas triunfou na música.

O autor afirma que foi muito prazeroso escrever sabendo que seria para Elias e Claudio atuarem. “Os dois, na vida, têm uma relação muito próxima de amizade e uma dinâmica de interação baseada em muita brincadeira, algo que eu chamaria de um ‘bullying’ afetivo. Isso me inspirou no desenvolvimento da dinâmica também entre os personagens, ou seja, Mozart tratando Salieri do mesmo jeito que Claudio trata Elias: com um humor inteligente, com um carinho e uma admiração disfarçados de muita provocação. E Elias respondendo a isso como um Salieri rabugento, irritadiço, impaciente.“

A encenação de Gabriel Villela aponta o lado mítico da inveja, trazendo um Salieri sombrio, confuso e frágil em contraponto a um Mozart gozador, confiante e ágil. Um pequeno picadeiro florido criado por Gabriel em parceria com o cenógrafo Márcio Vinícius recebe o embate entre esses dois compositores com narizes de clown e figurinos que imprimem o arquétipo dos personagens antes mesmo das palavras aparecerem no espetáculo. Os figurinos são assinados pelo diretor em parceria com José Rosa. Os adereços foram todos confeccionados pelo artista plástico Shicó do Mamulengo, do Rio Grande do Norte.

Cláudio veste cores leves como o verde claro e o laranja em estampas e caimentos diversos, tudo com muito movimento, como se o figurino flutuasse. Elias, com cores mais sombrias como o roxo e o preto sobressaindo diante de outros inúmeros tons, também está coberto por tecidos delicados e de impactantes estamparias.

As atrizes e cantoras Nábia Vilela e Mariana Elizabetsky preenchem as alucinações de Salieri com figurinos femininos e sofisticados, aliados a máscaras e acessórios que trazem estranhamento a essas figuras que, ora cantam músicas que vão do erudito ao popular, ora representam mulheres que fizeram parte das vidas de Mozart e Salieri.

A música no espetáculo tem sua própria dramaturgia, entra e sai das alucinações da Salieri como um fio condutor de suas neuroses e lembranças. As músicas de Mozart escolhidas para entrar peça são: Sinfonia em Sol Menor, Marcha Turca, Rainha da Noite (ária da ópera Flauta Mágica) e Lacrimosa (ária do seu último réquiem).

Para a elaboração da parte musical Gabriel convidou uma importante e frequente parceira artística de seus trabalhos mais recentes, a italiana Francesca Della Monica, antropóloga da voz, pesquisadora de voz da Universidade de Firenze, Itália, e também responsável pela pedagogia na Fondazione Pontedera Teatro, onde o diretor teatral polonês Jerzy Grotowski viveu seus últimos anos. “Minha relação artística e humana com Gabriel é o encontro entre duas almas gêmeas que tem um sentido comum da arte, do teatro entendido como lugar da poesia e terra de cruzamento das experiências estéticas mais importantes”, relata Francesca.

Uma das preocupações da montagem foi moldar a voz para o Tucarena. “Cada espaço cênico e dramatúrgico pede uma configuraçao específica da dinâmica da voz. A arena exige uma espacializaçao esférica e uma relação cosmogônica com a plateia. Tudo isso combina perfeitamente com a ideia do circo e tambem da orquestra cênica, onde trágico e cômico se fundem e o espetáculo teatral se torna um concerto de vozes cantadas e faladas” descreve Francesca.

Francesca trabalhou a espacialização da voz. A voz falada e a partitura de cada ator foram trabalhadas por outra antiga parceira de Gabriel Villela: a fonoaudióloga e preparadora vocal mineira Babaya, enquanto a direção musical e arranjos couberam ao maestro Miguel Briamonte, que juntamente com o pianista Fernando Esteves desenvolveram um trabalho técnico minucioso trazendo parte da magia das inesquecíveis composições de Mozart. Completam a equipe criativa do espetáculo o iluminador Wagner Freire e os assistentes de direção Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo.

Gabriel Villela escolheu a linguagem circense, alegórica e popular para falar desses dois personagens que fizeram parte da história da música clássica.” É no popular que está o meu coração”, diz o diretor. Dos atores ele exige precisão para que alcancem a linguagem clownesca proposta. “Se o ator não triangular com os três pontos igualmente, a fábula fica estática”.

Esta é a primeira vez que Elias Andreato é dirigido por Gabriel. Sobre este trabalho o ator comenta: “Tenho um prazer imenso em estar aqui. Eu e Cláudio temos um encontro de muito tempo, tenho muita admiração por ele, além de uma amizade de muitos anos. E o Gabriel mostra um lado poético que me proporciona um entendimento maior sobre o meu ofício, o nosso ofício. Ele propõe novos caminhos, o que para mim, com 35 anos de carreira, é maravilhoso. Ele vem e diz – abre mais um pouco, vai por outro caminho -, e eu vou. Nunca me vi tão disponível como agora”.

Villela completa, “O Elias é um ator raro, quando chego para o ensaio, por exemplo, ele já está presente e trocando informações sobre a direção artística do espetáculo com os profissionais do nosso ateliê, que fica dentro da sala de ensaio, é um ator que se aprofunda em todas as camadas do espetáculo, da manufatura do figurino até a hora da cena.”

Claudio Fontana acrescenta: “O Gabriel propõe uma rica linguagem metafórica para os atores, trabalhar desta forma é um desafio constante”.

Uma das diretrizes escolhida pelo diretor para começar os estudos que deram início aos ensaios foi o livro de Elias Norbert, “Mozart – sociologia de um gênio”, no qual o sociólogo alemão faz uma profunda análise sobre o gênio. O autor reflete sobre como uma música considerada sublime poderia ter sido criada por um ser debochado, infantil, que adorava escrever cartas com vocabulário chulo, que se divertia com referências claras à escatologia. O autor não dissocia a “pessoa” do “criador”, e que talvez seja exatamente por essa razão que a obra de Mozart seja dotada de tanto vigor, beleza e verdade.

Sobre o processo de escrita de seu novo texto, Dib conta, ”A relação entre Mozart e Salieri é bastante rica e intrigante, a ponto de ter atingido o estágio mítico. Extrapolou a realidade e virou prato cheio para a ficção. A genialidade de Mozart chegou ao ponto máximo em muito pouco tempo, pois ele morreu jovem. Salieri, por sua vez, também era muito conhecido e respeitado em seu tempo – e, ainda assim, segundo diz o mito ou reza a lenda, ele perseguia com obsessão a fama do outro. Sendo assim, fui misturando o que li e vi durante minha fase de pesquisa, principalmente: as peças teatrais de Pushkin e de Peter Shaffer, o filme de Milos Forman, as biografias de Harold Schonberg e Peter Gay e as cartas de Leopold (pai de Mozart). O resultado é este ‘Um Réquiem para Antonio’, que defino como um ‘sonho-delírio-desconcerto’ de Antonio Salieri, à beira da morte.”

UM RÉQUIEM PARA ANTONIO, de Dib Carneiro Neto. Tragicomédia. Após ter vivido atormentado por estar sempre à sombra de Mozart, o invejoso Antonio Salieri reencontra seu rival para um acerto de contas a respeito do lendário envenenamento do prodigioso compositor. Com Elias Andreato e Claudio Fontana. Direção: Gabriel Villela. Duração 70min. Teatro Tucarena. Temporada: Sex e Sáb 22h, Dom 19h. R$ 40 (sex), R$ 50 (sáb e dom). Classificação 14 anos. Estreia 17/01. Telefone: 36708453.

UM RÉQUIEM PARA ANTONIO, de Dib Carneiro Neto. Tragicomédia. Após ter vivido atormentado por estar sempre à sombra de Mozart, o invejoso Antonio Salieri reencontra seu rival para um acerto de contas a respeito do lendário envenenamento do prodigioso compositor. Com Elias Andreato e Claudio Fontana. Direção:   Gabriel Villela. Duração 70min. Teatro TucarenaTemporada: Sex e Sáb 22h, Dom 19h. R$ 40 (sex), R$ 50 (sáb e dom). Classificação 14 anos. Estreia 17/01. Telefone: 36708453

Corcunda de Notre Dame – O Musical estreia 6/10 em São Paulo

Um bebê deformado é arrancado dos braços da mãe cigana e criado isolado do resto do mundo no campanário da principal catedral de Paris, Notre Dame. Vinte anos depois, em meio à alegria, brilho e festa do dia em que os poderes e valores sociais são invertidos Quasímodo, o Corcunda, foge de seu santuário para participar do grande evento e conhece a bela Esmeralda – irreverente cigana que enfrenta as autoridades para defender seu povo tão perseguido e marginalizado. Sua beleza e atitude acendem paixões perigosas nos corações de homens da cidade como Quasímodo, Phoebo, o capitão da guarda e o próprio juiz eclesiástico Frollo que ameaça matá-la caso não corresponda ao seu amor.

Paris agora é palco de uma bela festa medieval, permeada por perseguições, ódio, paixões e a revelação um monstro.

A adaptação dramatúrgica musical produzida pela Cia Em Formação de Teatro é baseada no romance literário O Corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo, com releitura do espetáculo francês-canadense Notre Dame de Paris e da animação O Corcunda de Notre Dame da Disney. O espetáculo embalado pela orquestra ao vivo tem como princípio a integração das linguagens de interpretação, canto, música, dança e circo, enriquecendo ainda mais um clássico que encanta todas as gerações.

Data: De 06.10.13 até 27.10.13.
06/10 – Domingo as 20h
07/10 – Segunda – Feira as 20h
08/10 -Terça Feira as 20h
09/10 – Quarta Feira as 20h
13/10 – Domingo as 16h
14/10 – Segunda Feira as 20h
16/10 – Quarta Feira as 20h
19 e 26/10 – Sábado as 17h
20 e 27/10 – Domingo as 16h

Valor: Inteira R$ 40/ R$ 20

Rua Dr. Almeida Lima, 1.176 – Brás.

Mais informações Ingresso Rápido

Narã Bar terá menu especial durante a temporada do novo espetáculo de Miguel Falabella, a Madrinha Embriagada

LANÇAMENTO - TEATRO MUSICAL

narã

O Tivoli São Paulo-Mofarrej é um dos apoiadores do espetáculo A Madrinha Embriagada, nova peça adaptada por Miguel Falabella e que está em cartaz no Teatro do SESI e com entrada franca. Durante a temporada, que começa neste mês e vai até julho de 2014, o Narã Bar, localizado no térreo do hotel e a cinco minutos do teatro, terá um menu especial dedicado à peça.

O menu executivo especial, por R$ 59, conta com entrada de seleções de pães com pasta de feijão e chupito da estação, carne guisada à baixa temperatura ou pescado do dia assado como prato principal. De sobremesa, trilogia de sabores.

A Madrinha Embriagada é uma adaptação do premiado The Drowsy Chaperone, texto de Bob Martin e Don MC Kellar e músicas e letras de Lisa Lambert e Greg Morrison, que fez temporada na Broadway em 2006 e 2007. Ao adaptar a obra, Miguel Falabella remete toda a trama para a cidade de São Paulo dos anos 20.

O Narã Bar é um espaço descontraído e sofisticado para quem procura aproveitar o fim do dia e a noite para apreciar drinques, gastronomia e música ao vivo.

Serviço Narã Bar & Lounge:

Horários de funcionamento: segunda a sexta-feira: 7h à 1h; sábado e domingo: 8h à 1h.

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito. Cheques não serão aceitos.

Estacionamento: Oferece serviço de manobrista.

Endereço: Tivoli São Paulo – Mofarrej

Alameda Santos, 1437 – térreo

01419-001 São Paulo, Brasil

Telefone: +55 11 3146 5923

La Verità

laverita

Uma incursão acrobática e teatral livremente inspirada na vida e obra do pintor espanhol Salvador Dalí. Assim é “LA VERITÀ”, espetáculo que a Companhia Finzi Pasca, da Suíça, e as brasileiras XYZ Live e Nau de Ícaros trazem ao Teatro Bradesco, até 25 de agosto, em cartaz de quarta à domingo, em horários diferenciados.

O grande destaque do espetáculo é uma tela gigante de 15 X 9 metros, criada por Dalí nos anos 40 e desaparecida durante décadas. Restaurada, ela atua como cenário do espetáculo. A estreia mundial de LA VERITÀ aconteceu em janeiro, no Canadá.

O criador de LA VERITÀ é Daniele Finzi Pasca, um suíço de talento versátil e reconhecida trajetória internacional, focada em espetáculos que mesclam acrobacia, clown, dança, teatro e música. Além de LA VERITÁ, Finzi Pasca é o criador de Donka – Uma carta a Chekhov – que já passou três vezes pelo Brasil, em 2010, 2011 e 2012– e também dirige “Corteo”, o mais lucrativo espetáculo do Cirque Du Soleil.

Confira preços e horários no Teatro Bradesco aqui.

Rock In Rio O Musical estreia 7 de junho, no Teatro Alfa em São Paulo

Imagem

Inspirado no maior festival de música e entretenimento do mundo, Rock in Rio – O Musical conta uma história fictícia e lúdica, motivada pelas emoções e transformações que a música é capaz de provocar. Sem localização geográfica ou temporal, a trama acompanha a trajetória de superação de Sofia e Alef. Enquanto a menina, filha do organizador do maior festival de rock do mundo, não suporta ouvir música, o rapaz, mudo depois de sofrer um trauma familiar, só se expressa justamente pela música. A peça é embalada por 50 sucessos que marcaram diferentes edições do Rock in Rio.

Temporada de 7 de junho a 4 de agosto

Quintas-feiras, 21h (à partir de 27/06)

Sextas- feiras, 21h30

Sábados, 16h e 20h

Domingos, 15h e 19h

R$ 40 a R$ 180

Teatro Alfa

Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro

Ingresso Rápido