A Harpista e o Roqueiro: Cristina Braga e Dado Villa-Lobos, de 20 a 24 de agosto em SP

 

Entre os dias 20 e 24 de agosto, de quarta-feira a domingo, às 19h15,  o público poderá conferir  o espetáculo musical A Harpista e o Roqueiro, no qual Cristina Braga, primeira harpista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e Dado Villa-Lobos, guitarrista e ex-integrante da lendária banda Legião Urbana, dividem o palco.

A diversidade e as inúmeras possibilidades criativas da produção musical brasileira permeiam esse encontro entre a música erudita e música popular, por meio do talento desses dois reconhecidos instrumentistas e interpretes.

 

harpista

Foto: Glauker Bernardes

Cristina e Dado são compositores e instrumentistas que, pouco a pouco, foram também soltando a voz. No show A Harpista e o Roqueiro, os artistas apresentam um repertório criativo, que une o erudito com o pop, recriando melodias para clássicos da música brasileira. Sucessos da Legião Urbana se misturam com obras de compositores como Tom Jobim, Heitor Villa-Lobos, Egberto Gismonti e Waldir Azevedo, entre outros.

Além de Dado Villa-Lobos (voz e guitarra) e Cristina Braga (voz e harpa), o show tem participação de outros músicos de primeira linha, que contribuem para esta diversidade de influências. Joca Moraes comanda a bateria e Ricardo Medeiros assume o contrabaixo, além de dividir a produção desse trabalho com Kassim. E a direção artística tem assinatura de Fernanda Villa-Lobos.

O programa de A Harpista e o Roqueiro é formado por: “Itabaiana” e “Veleiro” (Heitor Villa-Lobos); “Águas de Março” e “Inútil Paisagem” (Tom Jobim); “Retrato em Branco e Preto” (T. Jobim e Chico Buarque); “Peixe” (Luís Capucho); “Diamante” (Nenung); “Teatro dos Vampiros”, “Índios” e “Por Enquanto” (Renato Russo); “Geração Coca Cola” (R. Russo e Fê Lemos); “Quase Nada” (Humberto Effe e Dado Villa-Lobos); “Baião Malandro” (Egberto Gismonti); “Brasileirinho” (Waldir Azevedo); “Vendaval” (Jorge Mautner, Cristina Braga e Ricardo Medeiros); “Bem e Mal” (C. Braga, Maria Teresa e R.Medeiros).

Os artistas

cristina

Cristina Braga (cantora, harpista, compositora) é artista carioca reconhecida. Primeira harpista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ela tirou a harpa do fosso das orquestras e a colocou na música popular. Cristina já tocou com Titãs, Lenine, Zizi Possi e Ana Carolina, entre vários outros nomes. Sua versatilidade possibilitou inserir a harpa no samba, no maculelê de facão e no jongo do Vale do Paraíba. Ela tem uma discografia que soma 14 títulos, sendo que nos quatro mais recentes ela toca e também canta.

dado

Dado Villa-Lobos (guitarrista, compositor e cantor, ex- Legião Urbana) é sobrinho-neto do compositor Heitor Villa-Lobos e filho de pianista clássico. Dado trilhou seu caminho no rock nacional. Desde pequeno, aprendeu a ouvir J.S. Bach, Caetano Veloso, Chico Buarque, The Beatles e Rolling Stones. Nascido em Bruxelas (Bélgica), aos 14 anos chegou à Brasília, depois de ter morado na Iugoslávia, Uruguai e França. Montou sua primeira banda que fez apenas um show e logo depois, aos 18 anos, foi convidado para integrar a Legião Urbana.

Ficha técnica

Dado Villa-Lobos: voz e guitarra

Cristina Braga: voz e harpa

Ricardo de Medeiros: baixo

Joca Moraes: baterista

Fernanda Villa-Lobos: direção artística

Vander Lopes e Glauker Pinto Bernardes: coordenação geral

Letícia Florêncio da Trindade: produção executiva

Bruno Borges Vieira: técnico/roadie

 

Serviço

Show: Dado Villa-Lobos e Cristina Braga

Temporada: 20 a 24 de agosto de 2014

Horário: às 19h15 – de quarta-feira a domingo

Local: CAIXA Cultural São Paulo

Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro/SP

Entrada: franca (os ingressos poderão ser retirados na bilheteria a partir do meio-dia no dia das apresentações)

Informações: (11) 3321-4400

Duração: 75 min

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 80 lugares

Acesso para pessoas com necessidades especiais

 

Eliane Verbena / Deborah Zanette

DUO CALAVENTO lança seu primeiro CD em espetáculo no Museu da Casa Brasileira, dia 22 de Junho

 

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Foto: Malena Carvalho

No lançamento de “Calavento”, seu primeiro CD, o duo formado pelo violonista Diogo Carvalho e o violinista Leonardo Padovani, apresenta peças de Jobim, Piazzolla, Tchaikovsky, Debussy e outros, além de uma série de composições próprias escritas para violão e violino. O lançamento oficial do álbum acontece no dia 22 de Junho, domingo, no Museu da Casa Brasileira – em espetáculo com participação especial do violoncelista Raïff Barreto

Boa nova para a música instrumental brasileira. Acaba de chegar ao mercado o primeiro CD do Duo Calavento, formado em 2008   pelo violonista Diogo Carvalho e o violinista Leonardo Padovani.  O disco, com o título Calavento, surpreende por sua sonoridade moderna e refinada, que é ao mesmo tempo erudita e popular.  Do início ao fim propõe um discurso musical marcado por uma sólida unidade – embora reúna compositores tão diversos como Tchaikovsky e Tom Jobim e várias composições assinadas pela dupla. É música muito envolvente, que conquista o ouvinte e pede repetidas audições.

A formação violão-violino não é das mais frequentes. No campo da música clássica há poucas peças escritas exclusivamente para os dois instrumentos, bem como algumas transcrições e arranjos. Já na área popular, a rigor não há composições para violão e violino, e quando os dois instrumentos estão juntos quase sempre são acompanhados por seção rítmica.

Universo das impressões – O fato é que o Duo Calavento, que mescla em seu trabalho peças dos repertórios clássico e popular, trilha um caminho praticamente único. As explicações para essa novidade são muitas. Para começar, tanto Diogo Carvalho como Leonardo Padovani são músicos de sólida formação erudita, têm amplos recursos técnicos e musicais. Além disso, com anos de experiência de palco, chegaram a um raro equilíbrio entre as sonoridades dos dois instrumentos. Se o violão acústico é menos potente, mais fraco do que violino, esse “problema” não existe no Duo Calavento, corrigido pela amplificação do violão (microfone mais plug), que não apenas ganha um som forte mas também um timbre diferenciado. O violino é também amplificado, não para soar mais forte, mas pela ambiência.

Fundamental na identidade musical do Duo Calavento é o repertório. Cada uma das peças é escolhida de forma muito criteriosa, “a partir do universo das impressões”. “Não fazemos o som pelo som”, afirmam Diogo e Leonardo, “queremos é envolver as pessoas e fazer com que sejam levadas pelas sensações que cada música provoca”.

“Ao compor ou escolher obras de outros compositores, o ponto de partida é uma imagem, paisagem, sensação ou ideia, que se transforma num retrato musical. “Não estamos presos a um estilo ou ritmo específico – cada obra terá seu caminho próprio, seja pelo baião ou pelo minueto”.

O resultado de todo esse cuidado está em uma linguagem musical complexa e refinada, e acima de tudo muito comunicativa. A “mensagem musical” do Duo Calavento alcança com facilidade o grande público, mesmo pessoas sem o hábito de ouvir música instrumental. Isso é  especialmente verdade nas apresentações ao vivo, marcadas por expressividade verbal e corporal, por variações dinâmicas que alternam introspecção com humor e descontração.

“Nossos concertos são marcados por um viés teatral, assumimos a atmosfera que cada obra convoca, contamos histórias, comentamos o repertório”, dizem Diogo e Leonardo. Eles acrescentam que esse formato é também fruto da vivência de eventos corporativos, nos quais apresentam palestras musicadas desde 2005. “Como nós lidamos sempre com públicos não habituados ao instrumental, tivemos que aprender a fazer uma música que ‘funciona’”.

Mais do que transcrições – O CD Calavento tem doze músicas: quatro são composições de Diogo Carvalho e Leonardo Padovani. Entre elas, “Janela do Sol”, primeira música composta por eles – com ela o Duo Calavento venceu em 2009 o festival Botucanto Instrumental; “Calavento”, tema que acabou dando nome ao Duo; e “Suíte da Sogra”, peça em quatro movimentos com um quê de programática: descreve uma visita da sogra a um casal, traçando um desenho quase tragicômico do cotidiano.

Ainda no terreno autoral há uma peça apenas de Diogo Carvalho: o 1º movimento de seu “Concerto para violão e orquestra”.
Três peças que fazem referência ao Impressionismo, movimento que Diogo eLeonardo citam como influência fundamental na concepção musical do duo – invariavelmente mais com foco na “atmosfera”, no efeito provocado pelos sons.  São elas “Rêverie”, de Claude Debussy, “Gnossienne Nº 3”, de Erik Satie (nesta Leonardotoca não o violino mas o erhu, instrumento com duas cordas tocado com arco, habitualmente chamado “violino chinês”), e ainda “Après un Rêve”, do pré-impressionista Gabriel Fauré.

Duas são conhecidas peças do repertório erudito, a “Dança da Fada do Açúcar”, de Tchaikovsky, tema de “O quebra-nozes”, e “Czardas”, a sempre empolgante dança húngara escrita pelo italiano Vittorio Monti. Completam o álbum “Bangzália”, de Antonio Carlos Jobim (tema da trilha original para a minissérie de tevê O tempo e o vento) e “Nightclub 1960”, de Astor Piazzolla (terceiro movimento da suíte “A história do tango”).

As composições de Diogo e Leonardo foram escritas especialmente para a formação violão e violino. Todas as outras são, mais do que transcrições, adaptações para a concepção musical doCalavento. “Não são necessariamente as mesmas notas escritas pelo compositor, mas sim a sensação musical da obra, adaptada aos nossos instrumentos.”

Apresentações no Exterior – O CD Calavento tem capa e encarte em português e inglês, visando o mercado externo. Aliás, em 2012 o duo mostrou seu trabalho em apresentações na Alemanha e na Itália. Em 2013, novamente Diogo Carvalho e Leonardo Padovani tocaram no exterior, durante extensa turnê por Rússia, Áustria e Alemanha. Foram integrando o quarteto LADAaLADO, juntamente com o trompetista Jezreel Silva e o pianista Bruno Monteiro, com um repertório moderno, sem formalidade, transitando entre a música popular e erudita. “Ponte das Cordas”, composição de Diogo e Leonardo, foi adaptada para o LADAaLADO e acabou sendo uma das músicas mais aplaudidas em todas as apresentações. Durante a mesma a turnê, o Duo Calavento fez também um concerto em Moscou.

Mas a atividade profissional de Diogo Carvalho e Leonardo Padovani vai além do trabalho com o Duo Calavento. Os dois músicos, juntamente com a atriz e cantora Cris Ferri, integram também o Picaretas Descalços, grupo que focado no pitoresco repertório do dialeto napolitano, “tocado de forma moderna, divertida, desesperada”.

Leonardo integra ainda o Azdi, quinteto que recria e toca músicas de origem judaica do Leste Europeu e da Espanha. E, há pouco, estreou no Espaço Parlapatões – ao lado do pianista Daniel Tauszig – a comédia musical Let’s Duet, peça em homenagem ao maestro Dobromiev Malitchewsky.

Diogo é professor de violão na Escola Municipal de Música. Em 2006 lançou o livro Violão Solo MPB, com partituras de seus arranjos para violão solo de clássicos da música brasileira, de “Asa Branca” a “Romaria”. Em 2009 lançou o CD Impressionism, com transcrições para violão solo de obras de Claude Debussy, Maurice Ravel e Erik Satie – essas transcrições foram objeto de sua dissertação de mestrado, defendida em 2011 na USP.

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Para ouvir em casa – O CD “Calavento” tem distribuição Tratore [tratore.com.br] e está disponível em todo o País em vários pontos de venda, entre eles Livraria Cultura, Loja Clássicos, Pop’s Discos, iTunes e Amazon. Preço sugerido: R$ 20,00. Mais informações em calavento.com.br.

 

Serviço – Espetáculo de lançamento do CD CALAVENTO

DUO CALAVENTO
Diogo Carvalho, violão | Leonardo Padovani, violino

Participação especial: Raïff Barreto, violoncelo

Repertório

Janela do Sol (L. Padovani – D. Carvalho)
Nightclub 1960 (A. Piazzolla)*
Dança da fada do açúcar (P. I. Tchaikovsky)*
Calavento (L. Padovani – D. Carvalho)
Evensong (Rolf Løvland)*
Après un rêve (G. Fauré)*
Rêverie (C. Debussy)*
Ponte das cordas (L. Padovani – D. Carvalho)
Suíte da sogra (L. Padovani – D. Carvalho)
A chegada (com heroísmo)
Convívio
Ladainha
A comemoração da partida
All of Me (G. Marks – S. Simmons)*
Czardas (V. Monti)*

(*) Transcrições e arranjos de Leonardo Padovani e Diogo Carvalho

22 de Junho, domingo, 11 horas
Museu da Casa Brasileira / Projeto Música no MCB
Ingressos: ENTRADA FRANCA
Av. Faria Lima 2705, 3032-3727
Classificação etária
Livre para todos os públicos

 

Jovens do Projeto Guri se apresentam na Praça Vctor Civita, dia 1/12

Formados em 2013, grupos infanto-juvenis Regional de Choro e Big Band mostram no dia 1/12 uma nova linguagem musical que tem como base a música instrumental brasileira e o jazz

Formados por integrantes do Programa Guri, a Big Band Infanto-Juvenil e o Regional de Choro Infanto-Juvenil são as atrações da Praça Victor Civita no dia 1 de dezembro (domingo), das 11h às 12h.

No repertório da Big Band Infanto-Juvenil, destacam-se músicas como “I Got You (I Feel Good)”, de James Brown (1933-2006), “Stone Flower (Quebra pedra)”, de Antonio Carlos Jobim (1927-1994), “Fly Me To The Moon”, de Bart Howard (1915-2004), “Oye Como Va”, de Tito Puente (1923-2000), entre outras.

Já o Regional de Choro Infanto-Juvenil, com arranjos de Santiago Steiner, apresenta músicas como “Pedacinhos do céu”, de Waldyr Azevedo (1923-1980), “Gaúcho (Corta Jaca)”, de Chiquinha Gonzaga (1847-1935) e “Benzinho”, de Jacob do Bandolim (1918-1969).

O Programa Guri é um projeto que desenvolve o ensino musical e a inclusão sociocultural para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos em polos da capital e em cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Mais informações sobre o projeto emwww.gurisantamarcelina.org.br

 

Show Big Band e Regional de Choro do Guri Santa Marcelina

Data: 1 de dezembro (domingo)
Hora: das 11h às 12h
Local: Praça Victor Civita | Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros
Ingresso: gratuito
Censura: livre                        
Outras informações: (11) 3031-3689 ou www.pracavictorcivita.org.br
*A apresentação acontece no palco da Praça, com arquibancada coberta para 290 pessoas. Não é necessário retirar ingressos com antecedência.
** Capacidade máxima do local: duas mil pessoas. Acesso para deficientes.
 

Música Estranha! – Encontro Internacional de Música Exploratória, de 4 a 7 de dezembro em SP

 Fotos: Ker-Xavier e Chris Schmidt e Alicia Clarke.

Três das atrações internacionais de Música Estranha! Encontro Internacional de Música Exploratória: o compositor e produtor inglês Gabriel Prokofiev (acima), o pianista sérvio-americano Ivan Ilić (embaixo, à esquerda) e o percussionista britânico Joby Burgess.

Durante quatro dias, de 4 a 7 de Dezembro, o evento Música Estranha! – Encontro Internacional de Música Exploratória vai reunir em São Paulo nomes de destaque da cena musical nacional e internacional. Gente que não apenas faz música, compondo e tocando, mas também discute e propõe novos modelos e mecanismos para a criação, produção e comercialização da música feita hoje. A programação tem concertos com o compositor inglês Gabriel Prokofiev e o percussionista britânico Joby Burgess, com o pianista sérvio-americano Ivan Ilić e com os brasileiros Trio Universos, Epifania Piano Trio, Alexandre Torres Porres, Duo Pé na Cozinha e Ricardo Carioba. O chef de cozinha e artista plástico Washington Silvera participa com a performance ‘Kitchen Dub Experience’. Há ainda palestras e debates, com presença de Jennifer Dautermann, americana radicada na Alemanha, diretora da feira Classical:NEXT. Música Estranha! acontece no Centro Cultural São Paulo e em dois locais alternativos da cidade: Espaço Zebra e Centro Cultural Rio Verde.

Com o sugestivo e provocante título de Música Estranha!, a ÁguaForte realiza em São Paulo o Encontro Internacional de Música Exploratória. O evento tem como proposta reunir agentes de toda a cadeia produtiva da música (músicos, produtores, distribuidores, etc.), do Brasil e de outros países. Tudo em torno da música feita hoje – chamada “clássica”, ou “experimental”, ou “arte sonora” –, buscando criar oportunidades e novos modelos e formar comunidades para a troca de know how. Além de concertos e shows, Música Estranha! terá workshops, palestras e debates.

Música inovadora e inquieta – O compositor e produtor Thiago Cury, diretor da ÁguaForte Produções, é o idealizador e diretor artístico de Música Estranha!. Para ele, a expressão que dá nome ao evento “remonta ao conceito do não usual, do extraordinário. Traz também algo que nos arrebata ou impacta no fruir sonoro musical”. Em nosso caso, acrescenta Thiago Cury, “definimos o conceito música estranha como a junção de múltiplas manifestações musicais voltadas a uma abordagem contemporânea, inovadora e inquieta, com os artistas em busca de novos paradigmas e relações sonoras na criação, interpretação e fruição musical. Nesse viés, em nosso evento abrimos espaço para experiências musicais desenvolvidas em conjunto com outras linguagens, como o audiovisual, a arte da iluminação, a culinária e o teatro musical”.

Música Estranha! – Encontro Internacional de Música Exploratória

De 4 a 7 de Dezembro (quarta-feira a sábado) no Centro Cultural São Paulo e também em locais alternativos – o Off Música Estranha! acontece no Espaço Zebra, casa galeria e ateliê no centro velho da cidade, e no Centro Cultural Rio Verde, espaço de experimentação artística em Pinheiros.

7ª Semana Ticket Cultura & Esporte tem roteiro gastronômico com vantagens especiais

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Restaurantes próximos às atividades terão descontos para os participantes do evento

Quem for curtir a extensa programação da 7ª Semana Ticket Cultura & Esporte pode aproveitar para conhecer os restaurantes próximos às atrações. Esse ano a Ticket, via seu clube de vantagens, o Benefício Club e em parceria com o Grubster, oferece descontos de 30% no final total da conta.

É a ocasião perfeita para alimentar a alma com cultura de qualidade e aproveitar para repor as energias nos mais de 15 restaurantes participantes.

Para garantir o desconto o participante deve entrar na página do Benefício Club (www.beneficioclub.com.br), procurar pelos restaurantes participantes da 7ª Semana Ticket Cultura & Esporte e, fazer sua reserva direto no site. No local basta mencionar a reserva e aproveitar. O desconto é de 30% no final total da conta.

Os visitantes que vão aproveitar a entrada gratuita no MASP, de 5 a 17 de novembro, podem provar os cardápios dos restaurantes:

• Zucco – Jardins – R. Haddock Lobo, 1416, Jardins;

• Arabia – Rua Haddok Lobo, 1397, Jardins;

• Kappa Sushi Gourmet – Alameda Santos, 847, Jardins;

• Manai Gastronomia – Rua Alameda Santos, 1219, Jardins.

Antes ou depois de curtir shows da Praça Victor Civita, como o Quinteto La Camorra (09/11 às 16 horas), Cantilena Ensemble (10/11 às 11 horas), Bixiga 70 (16/11 às 17 horas), os participantes podem aproveitar a gastronomia nos arredores da Praça em Pinheiros:

• Yesh! – Rua Cunha Gago, 770, Pinheiros;

• Consulado Minerio – Praça Benedito Calixto, 74, Pinheiros;

• Horta Bistro e Café – Rua Costa Carvalho, 159, Pinheiros;

• Le repas bistro – Rua Ferreira de Araujo, 450, Pinheiros.

Os espectadores das apresentações circenses no Memorial da América Latina e, teatrais no terminal Rodoviário Barra Funda podem conhecer os restaurantes:

• Andy Super Club – R. Desembargador do Vale 439, Perdizes;

• Parrilla La recoleta – R. Caiubi, 155, Perdizes;

• Blú Bistro – Rua Monte Alegre, 591, Perdizes;

• Per Paolo – Rua Cardoso de Almeida, 1021, Térreo, Perdizes.

Para a programação completa da 7ª Semana Ticket Cultura & Esporte acesse: http://www.semanaticketcultura.com.br

Para saber mais sobre o Benefício Club: http://www.beneficioclub.com.br

Para informações sobre o Grubster: http://www.grubster.com.br

Oficina Candido Portinari promove concerto e palestra com Dante Pignatari no Teatro Minaz

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No dia 07 de novembro, às 20 horas,  a Oficina Candido Portinari promove a Palestra-concerto sobre as canções para voz e piano de Alberto Nepomuceno com Dante Pignatari

Compositor, pianista, organista e regente brasileiro, Alberto Nepomuceno é considerado o pai do nacionalismo na música erudita brasileira. Nascido em Fortaleza, Nepomuceno passou a juventude em Pernambuco, e sua formação ideológica se deu sob a influência da chamada Escola do Recife, um grupo de intelectuais de tendência germanista reunido em torno da figura de Tobias Barreto (1839-1889).

Durante a palestra, haverá a participação da soprano Patrícia Endo e do barítono Gabriel Locher.  Em seguida haverá a apresentação da 2ª edição do livro de partituras do compositor.

O encontro acontecerá no Teatro Minaz que está localizado na Rua Carlos Chagas, 273 – Jardim Paulista, com entrada gratuita. Os interessados podem se inscrever até dia 05 de novembro na Oficina Candido Portinari pelo e-mail

candidoportinari@oficinasculturais.org.br.

Dante Pignatari é formado em piano pelo Departamento de Música da ECA-USP, completando sua formação no instrumento em Londres, onde obteve o mestrado em Music Performance Studies. É doutor pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, com a tese “Canto da Língua: Alberto Nepomuceno e a invenção da canção brasileira”.  Mais informações pelos telefones da Oficina Candido Portinari – (16) 3625-6161 / 3625-6970 ou da Cia. Minaz (16) 3941.2722.