A Região da Alta Mogiana no World of Coffee Budapeste 2017

AMSC e delegação de produtores de cafés especiais visitam a festejada exposição na capital da Hungria.

Há muitos bons motivos para visitar a World of Coffee Budapest 2017, mostra interativa com mais de 200 fornecedores de cafés, dos mais inovadores do mundo: competições emocionantes, simpósios inspiradores, seminários e oficinas educativas, entre muitas outras atrações, sem contar o passeio pela fascinante capital da Hungria, principal centro financeiro, corporativo, mercantil e cultural do país. Essa bela cidade agora abre suas portas para representantes de regiões únicas do planeta, na produção do café especial.

É o caso da Região da Alta Mogiana, representada por sua Associação – a AMSC –, que participa da feira com uma delegação composta por produtores, cujas bagagens incluem amostras campeãs de cafés especiais.

Recentemente comparada às vinícolas de Borgonha, por Russell Hayward, dono da rede de cafeterias Ascension, de Dallas (Texas, EUA), tal o entusiasmo do empresário pela forma singular do manejo de seus cafezais, a Região da Alta Mogiana encanta a todos que se dispõem a conhecê-la mais profundamente.

Ali não se cultiva grãos, apenas. Planta-se história, paixão pelo café, pela terra, pela família…  E se colhe muita expertise. Com sentimentos de satisfação e valorização da cafeicultura, seus fazendeiros, alguns na quarta geração de lavoura de café, resgatam uma tradição local de 200 anos – o que lhes possibilita não apenas conhecimento científico como também empírico, vivenciando todas as “ondas” do café de forma genuína.

As caraterísticas geográficas também fazem a Região da Alta Mogiana singular. Os grãos ali cultivados crescem em altitudes privilegiadas, até 1.300 metros, que conferem corpo e buquê únicos aos sabores e aromas do café, um dos mais apreciados do Brasil e do mundo. Essa forte cultura, pautada na qualidade, na busca da excelência, selada pela responsabilidade socioambiental, é capaz de inspirar as pessoas a construírem um futuro melhor.

33

 

Região da Alta Mogiana: Vivencie a inspiração pelo café

Localizada numa área de 100 mil hectares de café (o equivalente a quase duas cidades de Budapeste), a Região da Alta Mogiana abrange 23 municípios de dois estados do Sudeste do Brasil, São Paulo e Minas Gerais. E conta com, aproximadamente, 5 mil cafeicultores que produzem em média 2,5 milhões de sacas de 60 kg/aa. Mais que produzir grãos de qualidade, seus produtores buscam a excelência. Para tal, cultivam parcerias autênticas em toda a cadeia de produção – da semente à xícara -, promovendo uma evolução contínua e responsável da Região e dos produtores.

 

Associação dos Produtores de Cafés Especiais da Alta Mogina

A AMSC é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 2005, por um grupo de cafeicultores, com a missão de valorizar e promover o café da Região da Alta Mogiana, criando um senso de referência por meio do conceito de origem, que leve os consumidores a associarem origem, produto e qualidade. Sua visão consiste em promover os cafeicultores e os cafés especiais da Alta Mogiana, oferecendo aos associados oportunidades de crescimento e desenvolvimento através de educação, treinamento e acesso a novos canais de comercialização. Hoje, a AMSC conta com 80 associados diretos, mais de 2,2 mil produtores abrangidos com acesso ao Selo de Origem e Qualidade. Além de realizar anualmente o Fórum de Qualidade da Região da Alta Mogiana, em sua 3ª edição, também é responsável pelo Concurso de Qualidade do Café da Região da Alta Mogiana, que terá sua 15ª edição em 2017. A AMSC já foi sede do Cup of Excellence Naturals, em 2015, e tem o Reconhecimento do Arranjo Produtivo Local de cafés especiais atestado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação do Estado de SP.

Selo de Indicação Geográfica

O IG é um selo que identifica e protege os cafés da Alta Mogiana, por suas características únicas, preservando sua cultura, sua história e sua gente. Tem como objetivo diferenciar um produto e seu produtor, apontando sua origem geográfica e suas condições de produção.

http://www.amsc.com.br

http://www.worldofcoffee-budapest.com

 

 

“O Mundo Segundo Mafalda” chega à Praça das Artes

Depois de passar pela Argentina, Costa Rica, México e Chile, a mostra itinerante que comemora os 50 anos da personagem criada por Quino chega ao Brasil

Mafalda nasceu em 1964 e logo virou um fenômeno mundial, tendo sido traduzida em mais de 26 idiomas. Simpática, brincalhona, curiosa, reflexiva, crítica e antenada, Mafalda, personagem mais famosa do cartunista argentino Quino (Joaquin Lavado), é a grande estrela da exposição “O Mundo Segundo Mafalda” que será inaugurada no próximo dia 16 de dezembro na Praça das Artes.

A exposição, que terá entrada gratuita e ficará em cartaz de 16 de dezembro (abertura para convidados) a 28 de fevereiro, é uma realização da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e o programa São Paulo Carinhosa, em parceria com a produtora cultural Mundo Giras e com a curadoria do Museo Barrilete da cidade de Cordoba, Argentina. A mostra faz parte programação do Circuito São Paulo de Cultura.

A exposição                                                                           

Dividida em 13 módulos e duas oficinas, “O Mundo Segundo Mafalda” é uma viagem pelos cartuns e histórias em quadrinhos que cativam leitores em quase 26 idiomas. A mostra, pensada para adultos e crianças, apresenta também outros elementos que ajudam Mafalda a compreender o mundo cada vez mais confuso para seus pequenos olhos, como sua casa, o carro de seus pais, os amigos, seu armário, os globos ‘terráqueos’, além de publicações originais e uma antiga vitrola.

Além de Mafalda, estão na exposição os eternos amigos Manolito, Felipe, Susanita, Miguelito, Guille e Libertad, e foram recriados alguns dos ambientes frequentados pela personagem, como a mesa familiar, a vitrola que toca seus amados Beatles, uma antiga TV e outros objetos da época. As crianças podem desenhar e pintar com carimbos dos principais personagens das histórias em quadrinhos que consagraram Quino como uma celebridade do humor mundial.

“Espero que os leitores que gostam Mafalda possam acompanhar todo meu trabalho e desfrutar junto com a família da exposição, estou muito feliz de que Mafalda chegue nessa cidade tão importante e cheia de cultura”, comemora Quino, criador de toda turma.

Filho de pais espanhóis, o cartunista Joaquim Lavado nasceu em Mendoza, Argentina, em 1932, e foi seu tio, Joaquín Tejón, um pintor e desenhista, que o iniciou nas artes gráficas.

Hoje, aos 81, Quino – como ficou conhecido – vive recluso e não desenha mais. Este ano, ele recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias, um dos mais importantes do mundo, na categoria Comunicação e Humanidades.

A Fundação Theatro Municipal de São Paulo é uma fundação de direito público ligada à Secretaria Municipal de Cultura e mantém contrato de gestão com o Instituto Brasileiro de Gestão Cultural. A Mundo Giras é uma produtora cultural com base em São Paulo, que te como objetivo principal desenvolver projetos dentro e fora do país, focando na América do Sul como eixo principal.

SERVIÇO

Praça das Artes – O Mundo Segundo Mafalda

De 16 de dezembro (abertura para convidados) de 2014 a 28 de fevereiro de 2015
Todos os dias das 9h às 20h
(Nos dias 24, 25 e 31/12/14 e de 01 a 06/01/2015 não haverá expediente)

Av. São João, 281- Centro – São Paulo
Próximo às estações Anhangabaú e República do Metrô
Entrada Franca

Lançamento do livro e abertura da exposição “Arnaldo Ferrari” – dia 9 de dezembro, a partir das 19h, na Galeria Berenice Arvani

Lançamento de monografia sobre o artista paulista falecido há 40 anos em São Paulo acontece com mostra antológica em 09 de dezembro, quinta-feira, na Galeria Berenice Arvani, SP

ARNALDO FERRARI, primeiro livro publicado sobre o artista paulista (1906-1974), revela facetas inéditas de uma produção apreciada, sobretudo, por sua fase geométrica radical dos anos 1950.

Com organização do curador e pesquisador Antonio Carlos Suster Abdalla, o livro demandou esforço inédito de reunião de obras do pintor. Para reprodução ao longo das 212 páginas da edição, foram localizadas e fotografadas 111 das mais significativas telas e desenhos do autor ao longo de três décadas. A empreitada contou com colaborações de coleções particulares e instituições museológicas de todo o Brasil.

Em sua apresentação no livro, intitulada “Figuras e Geometrias Silenciosas”, Abdalla aborda a “evolução serena e refletida” do pintor, a partir do prazer em captar paisagens ao ar livre, em figurações progressivamente geometrizadas no decorrer das décadas. O procedimento se aproximava ao do célebre Grupo Santa Helena (de Alfredo Volpi, Rebolo e outros), do qual Ferrari se avizinhou nos anos 30.

Obra na exposição ''ARNALDO FERRARI'' - composição_n06

No outro texto inédito do volume – “Da artesania à reinvenção do real” –, o crítico Alvaro Machado lembra as origens dessa vocação plástica, no contexto do aprendizado de filhos de imigrantes italianos no Liceu de Artes e Ofícios de SP, a fim de dotar de frisos e pátinas os palacetes da burguesia paulista. Recorda o preconceito votado por artistas e teóricos modernistas como Oswald de Andrade quando esses artesãos lançaram-se à pintura, na figuração da mais palpável realidade de bairros e periferias da cidade. Por fim, acompanha o interesse de Ferrari pelo Universalismo Construtivo de seu colega uruguaio Joaquín Torres-García, e a “explosão” formal-abstrata do pintor paulista a partir da fermentação proporcionada pela 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951.

Já na “Fortuna Crítica” contemplada ao longo do volume figuram textos de críticos como Walter Zanini, Mario Schemberg e Theon Spanoudis.

Junto ao livro, a galerista Berenice Arvani, responsável pela última grande exposição do artista (no centenário de seu nascimento, em 2006, com curadoria de Celso Fioravante) coordena a maior mostra antológica já dedicada a Arnaldo Ferrari, com cerca de 50 telas e desenhos de diversos períodos. A expografia é assinada por Antonio Carlos Suster Abdalla.

ARNALDO FERRARI | 212 páginas, ilustrado, R$ 50

Realização Cult Arte e Comunicação
Patrocínio Arcadis Logos | Lei de Incentvo à Cultura

216 páginas, ISBN 978-85-65706-04-9

Lançamento do livro e abertura da mostra:

9 de dezembro, terça-feira, a partir das 19h

Rua Oscar Freire, 540 – São Paulo – SP. Tels.: (11) 3088-2843 / 3082-1927.
De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h. Até dia 23 de janeiro de 2015.
O livro estará disponível para venda na galeria Berenice Arvani e na rede de livrarias Cultura, entre outros locais.

Artista norte-americano Juan Fontanive abre exposição neste sábado na Galeria Carbono, em SP

O artista Juan Fontanive prepara edições de obras inéditas no Brasil para apresentar a partir do dia 4 de outubro, sábado, às 11h, na Carbono Galeria, em São Paulo. A exposição Myxathesys ficará aberta ao público até dia 29 de novembro. Trata-se da primeira exposição individual do artista no Brasil e contará com curadoria de Laura Bardier. “Fontanive cria configurações visuais e sonoras onde os espectadores são seduzidos em um encantamento cinético”, classifica Laura. “Explorando cores contrastantes, vibrações cromáticas, movimento continuo e definindo sobreposições de elementos no espaço, o artista retoma o movimento da Op Art”, completa a curadora.

“Vou ter quatro das paredes cobertas com as grandes máquinas que se movimentam. Estas obras funcionam em mecanismos parecidos com os que movimentam relógios,  sistema de engrenagem que move meu trabalho. Eles têm cabos de uretano, polias de alumínio e aço inoxidável, atualizado com tiras de fibra de carbono. Estas engrenagens movimentam imagens desenhadas por mim em placas de fibra de carbono”, explica Juan Fontanive. A beleza das obras reside no movimento sequencial e repetitivo que elas produzem, e nas narrativas que a repetição destas iO tema central da mostra é a “mistura” entre movimento, cor e sons. Este tema se desdobra, por exemplo, em dois destes trabalhos que estão conectados e se movem em diferentes horários, misturando-se, de certa forma. Além do movimento, as obras geram ruídos. “Papéis diferentes fazem sons diferentes, e eu presto muita atenção aos sons que máquinas fazem. Minhas obras usam a gravidade, a inércia, a resistência do ar… São elementos de como a natureza funciona embutidos nestes trabalhos. O resultado torna-se natural, em si. Muitas vezes o movimento das obras geram sons que lembram insetos, folhas ou pássaros”, explica o artista.

MG_2594_baixa

Edições de obras famosas do artista, como “Vivarium” e “Colibri”, serão exibidas nesta exposição. Em “Vivarium”, imagens de borboletas em movimento formam uma narrativa de voo e som, enquanto em “Colibri”, a imagens de um beija-flor voa sutilmente entre uma sequência ininterrupta de imagens. “Os beija-flores são aves incríveis. Eles são capazes de se manterem no ar sem se deslocar. Movem suas asas tão rapidamente que eles parecem flutuar no ar. Fontanive construiu uma gaiola para eles – ou melhor – um quadro para essa ilusão”, contextualiza Laura.

Outra obra em destaque, “Native”, traz elementos “retangulares em preto e branco que se misturam organicamente determinando um fluxo de movimento continuo e intermitente. Como em uma bela coreografia, a obra segue uma sequência delicada de movimentos”, finaliza Laura.

“Myxathesys”, de Juan Fontanive @ Carbono Galeria
Abertura: 4 de outubro, sábado, às 11h, com presença do artista
Período expositivo: de 4 de outubro a 29 de novembro
Endereço: Rua Joaquim Antunes, 59, Pinheiros – São Paulo – SP
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 15h
Entrada franca/ Livre
Para mais informações, acesse os sites
www.carbonogaleria.com.br
www.juanfontanive.com

Agência Lema